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    Este artigo busca relatar e lançar algumas reflexões acerca da participação docente na experiência do PROLEC (Projeto de Licenciatura em Educação do Campo da Universidade Federal de Sergipe), destacando os aspectos didáticos, pedagógicos... more
    Este artigo busca relatar e lançar algumas reflexões acerca da participação docente na experiência do
    PROLEC (Projeto de Licenciatura em Educação do Campo da Universidade Federal de Sergipe), destacando
    os aspectos didáticos, pedagógicos e epistemológicos que envolveram o desafio de construir uma educação
    com o perfil do trabalhador do campo.
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    O artigo discorre sobre o modo de produção e a forma de ocupação no território dos pequizeiros na Chapada do Araripe, Nordeste do Brasil.
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    O artigo discute o processo de ocupação de terras da fazenda de cana, por assalariados e trabalhadores sem terra no norte fluminense. Tal processo foi fundamental na retomada na luta pela terra pelo Movimentos dos Trabalhadores Sem Terra... more
    O artigo discute o processo de ocupação de terras da fazenda de cana, por assalariados e
    trabalhadores sem terra no norte fluminense. Tal processo foi fundamental na retomada na luta pela terra pelo Movimentos dos Trabalhadores Sem Terra no estado do Rio de Janeiro. A ocupação em Capelinha pode ser explicada a partir das seguintes razões: a falência da
    usina Victor Sense, o apoio estratégico do assentamento São Domingos e por fim, o
    processo de territorialização do Movimento Sem-Terra no Rio de Janeiro.
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    neste artigo levantamos aspectos importantes para pensar a Geografia Política contemporânea. Referenciado em categorias analíticas como poder, região e representação política, pretendemos contribuir no riquíssimo debate que orienta as... more
    neste artigo levantamos aspectos importantes para
    pensar a Geografia Política contemporânea. Referenciado em categorias
    analíticas como poder, região e representação política, pretendemos
    contribuir no riquíssimo debate que orienta as ações dos gestores do
    território.
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    O presente artigo traz a lume o modo singular de produção do piquizeiro, seu tempoespaço organizado de acordo com a roça e a mata. Ressalta também a ação de instituições do Estado e os conflitos daí decorrentes. Pretendemos compreender a... more
    O presente artigo traz a lume o modo singular de produção do piquizeiro, seu tempoespaço
    organizado de acordo com a roça e a mata. Ressalta também a ação de
    instituições do Estado e os conflitos daí decorrentes. Pretendemos compreender a forma
    de vida organizada em comunidade e a ideologia do empreendedorismo em contexto de
    política neoliberal.
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    O artigo traz para discussão disciplinar da Geografia a temática regional associada ao novo elemento neste campo do conhecimento que é a ética. As reflexões são balizadas através das noções de combinação regional e alteridade ética.... more
    O artigo traz para discussão disciplinar da Geografia a temática regional associada ao novo
    elemento neste campo do conhecimento que é a ética. As reflexões são balizadas através
    das noções de combinação regional e alteridade ética. Esperamos com isso desencadear
    ponderações de novos rumos e caminhos na análise e compreensão do espaço geográfico.
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    O Estudo lança luz sobre o trabalho e as formas de produção do espaço geográfico que deram origem ao assentamento de Reforma Agrária Capelinha, municipio de Conceição de Macabu, estado do Rio de Janeiro, Brasil.
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    Este artigo é parte do esforço investigativo de uma pesquisa de doutoramento no PPGEO-UFPE (Programa de Pós-Graduação em Geografia – Universidade Federal de Pernambuco). Nosso objetivo principal é analisar como o avanço da fronteira... more
    Este artigo é parte do esforço investigativo de uma pesquisa de doutoramento
    no PPGEO-UFPE (Programa de Pós-Graduação em Geografia – Universidade
    Federal de Pernambuco). Nosso objetivo principal é analisar como o
    avanço da fronteira agrária na Amazônia paraense contribui para a altera-
    ção nas territorialidades de uma comunidade camponesa assentada através
    de um Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) na Transamazônica.
    Partimos da hipótese que a fronteira continua aberta, com temporalidades
    diferentes, conflituosas, porém articuladas. Trabalhamos três dimensões da
    territorialização que se articulam e interpenetram: a) mobilidade do trabalho;
    b) pela ausência ou precária presença do Estado junto aos camponeses e
    pela c) disputa na apropriação dos recursos naturais da Amazônia.
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    É na perspectiva política de construção dos assentamentos rurais do espaço brasileiro que, nesse texto, nos debruçamos. Mais precisamente, nos dedicamos a discutir de que forma e como os atores políticos organizam sua luta na prática de... more
    É na perspectiva política de construção dos assentamentos rurais do espaço
    brasileiro que, nesse texto, nos debruçamos. Mais precisamente, nos dedicamos a discutir
    de que forma e como os atores políticos organizam sua luta na prática de mediação das
    negociações no ambiente de conflito agrário. Aborda ainda as disputas institucionais que se
    travam a partir da ocupação da terra e a configuração territorial resultante desse processo.
    Focaliza também a dinâmica e expressão geográfica dos novos arranjos técnicos das usinas
    agroaçucareiras com significativo apoio do Estado.
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    Em 1979 se instala “Suape – Complexo Industrial Portuário” em territórios de camponeses dos municípios de Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca no litoral sul de Pernambuco, Brasil. Isso implica numa sobreposição de territórios e, portanto em... more
    Em 1979 se instala “Suape – Complexo Industrial Portuário” em territórios de camponeses dos municípios de
    Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca no litoral sul de Pernambuco, Brasil. Isso implica numa sobreposição de
    territórios e, portanto em conflitos territoriais entre as comunidades locais que reproduzem suas vidas e Suape
    que reproduz o capital. Esse Complexo é produto de políticas de desenvolvimento que vem sendo aplicadas
    nacionalmente desde os anos de 1950 e intensificadas especialmente no atual contexto de neodesenvolvimento,
    através do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, passando também pelo neoliberalismo iniciado na
    década de 1990. Diante disso a proposta – desde a perspectiva do pós-desenvolvimento – é analisar os conflitos
    no território das comunidades locais atingidas pela expansão de Suape – Complexo Industrial Portuário. Para
    isso, realiza-se um breve panorama sobre as comunidades, uma revisão bibliográfica acerca de Suape e das
    políticas de desenvolvimento especificamente dirigidas ao setor e finalizando, descrevem-se os conflitos que são
    gerados como consequência dessas políticas de desenvolvimento de megaprojetos nos territórios de vida das
    comunidades locais. Sendo esta uma pesquisa em estágio inicial, as primeiras constatações que se identificam
    são acerca das políticas de desenvolvimento que ao se materializarem nos territórios criam conflitos de
    interesses, sobre o papel do Estado como reprodutor do capital em detrimento das comunidades locais e da
    necessidade urgente das comunidades resistirem diante do avassalamento que atinge a reprodução nos seus
    territórios de vida.
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    Os sujeitos do grande capital em articulação com estado brasileiro elegeram a Amazônia como uma grande “fronteira de acumulação”. Desde a década de 1960 vemos o processo de ocupação da região se intensificar e com ele os conflitos, em... more
    Os sujeitos do grande capital em articulação com estado brasileiro elegeram a Amazônia
    como uma grande “fronteira de acumulação”. Desde a década de 1960 vemos o processo
    de ocupação da região se intensificar e com ele os conflitos, em várias dimensões. Surgiu,
    então, a ideia de estudar a organização dos camponeses em diferentes tempos e espaços
    da fronteira a partir de sua lógica de territorialização. Nossa pergunta inicial é: qual a relação
    entre a fronteira capitalista e as territorialidades camponesas na Amazônia paraense?
    Nossa hipótese para essa questão é que as frentes de expansão da fronteira capitalista na
    Amazônia paraense tendem a desterritorializar as sociedades camponesas. Porém, sua
    organização e resistência podem contribuir para um recuo da fronteira permanecendo seus
    modos de vida transformados, agora, em novas territorialidades (ou uma nova
    campesinidade).
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    ... Claudio Ubiratan Gonçalves* ... dos Trabalhadores, a organização da CPT regional7 e mudanças no quadro político do sindicato dos trabalhadores rurais, com a vitória nas eleições da oposição sindical, que quebrou a estrutura de... more
    ... Claudio Ubiratan Gonçalves* ... dos Trabalhadores, a organização da CPT regional7 e mudanças no quadro político do sindicato dos trabalhadores rurais, com a vitória nas eleições da oposição sindical, que quebrou a estrutura de submissão ao patrão em que a entidade vivia ...
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